terça-feira, 27 de dezembro de 2011

As baterias Li-Ion

Bom, a postagem de hoje é para tentar acabar com um grande mito que envolve as baterias atuais e também para encerrar o ano, a final de contas fim de semana chegando e ano novo junto com ele.. Atualmente todo aparelho eletrônico que possua bateria para seu funcionamento apresenta uma bateria de Íon de Lítio (Li-Ion), seja ele um celular, um notebook, um netbook, Mp4, Mp5, etc. Mas nem sempre foi assim.
Os primeiros celulares utilizavam baterias Ni-Cad ou Ni-MH, mas foram logo substituídas pelas baterias Li-Ion, que são mais leves e oferecem uma densidade energética muito maior. Grande parte disso se deve ao fato do Lítio ser o metal mais leve da tabela periódica (número atômico 3), aliás ele não é apenas o metal mais leve, mas também é duas vezes mais leve que a água (aposto que isso você não sabia!).
Ao contrário das antigas baterias Ni-Cad, as baterias Li-Ion não possuem efeito memória, de forma que não existe necessidade de descarregar a bateria completamente antes de carregar, ou de deixar o aparelho carregando durante 24 horas nas primeiras recargas.
O grande problema das baterias Li-Ion é que elas “envelhecem” com o passar do tempo e de acordo com o número de recargas. As primeiras baterias duravam apenas 3 anos (sendo ela utilizada ou não) e suportavam apenas 300 ciclos de recarga, de forma que uma bateria muito exigida chegava a durar apenas alguns meses.
A durabilidade das baterias aumentou devido às melhorias nas ligas e processos de fabricação, sendo comum que uma bateria Li-Ion atual, conservada adequadamente, dure 4 ou 5 anos e suporte 500 ciclos de recargas ou mais.
 
Quando estão fora de uso, as baterias Li-Ion se deterioram mais rapidamente quando estão completamente carregadas ou quando descarregadas, devido a isso o ideal é deixar a bateria com 40 a 50% de carga quando for deixá-la sem uso (é por isso que a bateria dos notebooks e celulares vem parcialmente carregadas de fábrica), além disso, o calor acelera o processo, de forma que deve-se evitar deixar o aparelho exposto ao sol ou em lugares abafados.
Descarregar a bateria completamente antes de carregar acaba servindo apenas para desperdiçar um ciclo de carga/descarga, resultando na verdade, em uma pequena redução na vida útil da bateria.
De tempos em tempos (uma vez por mês ou a cada 40 dias) é recomendável fazer uma descarga completa, de forma a calibrar as medições dos circuitos da bateria. Todas as baterias Li-Ion usadas comercialmente possuem algum tipo de circuito inteligente, que monitora a carga da bateria. Ele interrompe o carregamento quando a bateria atinge a tensão limite, e interrompe o fornecimento quando a bateria está quase descarregada, a fim de evitar o esgotamento completo.
Conforme você carrega e descarrega a bateria, é normal que a medição do circuito fique descalibrada, fazendo com que o aparelho passe a acusar carga baixa antes do tempo, por isso, descarregar a bateria completamente e em seguida fazer uma carga completa, atualiza as medições, calibrando o medidor.
Se você deseja maximizar o tempo de utilização de uma bateria deve desabilitar todas as funções extras que seu aparelho possui, e que não são utilizadas com freqüência, exemplo:
 
Para maximizar a autonomia da bateria de um celular você deve diminuir o número de aplicativos abertos ao mesmo tempo, também deve desabilitar o Bluetooth, o Wi-Fi, o suporte a HSDPA e a iluminação da tela, e se o seu celular também possui, deve desabilitar o sensor 3D.
Com isso você conseguirá maximizar a autonomia de sua bateria, em caso de notebook ou netbook, você pode começar desativando a wireless quando tiver que utilizar o aparelho somente na bateria, e caso ele apresente, deve desativar o Bluetooth.
Em relação a notebooks e netbook, nunca utilize o aparelho conectado na tomada e sem a bateria, a bateria foi feita para ficar sempre no aparelho, e em caso de queda de energia é ela que fornecerá a alimentação ininterrupta ao dispositivo.
Como vimos, bateria “viciada” (com efeito memória) não existe mais, é mito, o que ocorre é que pessoas menos informadas continuam a passar esse mito adiante, e em caso de uma queda no fornecimento de energia o seu dispositivo vai desligar completamente e a cabeça de leitura/escrita do HD vai cair sobre a superfície do disco causando danos que podem levar a perda total do disco rígido (bad block).
E então, você prefere seguir com o mito adiante e arriscar perder a bateria do seu dispositivo (ou o HD de seu notebook) ao invéz de mudar alguns hábitos que podem fazer seus dispositivos durarem mais??
Um abraço a todos e Feliz Ano Novo.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Need for Speed World

Ano quase acabando e mesmo assim eu apareço por aqui, pois é, o blog não pode parar.. hoje venho postar algumas screens do jogo Need for Speed World. 
Need for Speed World é o jogo de corrida on-line gratuito no qual você decide como jogar em um mundo multiplayer, as cidades de Rockport (NFS Most Wanted) e Palmont City (NFS Carbon) foram juntadas para que os gamers possam correr em uma área ampla, esse é o mapa de NFS World. 
Para o Natal, o jogo foi atualizado, então há várias decorações natalinas pelo mapa, incluindo uma parte que era um campo de golfe e quando você entra nele há neve e música natalina.
Vamos às screens (clique para ampliar):
 
 
 
Esse é o jogo que venho dedicando mais tempo ultimamente, eu também jogava o Battlefield Play4Free mas o jogo tá uma droga ultimamente e "larguei de mão", coisas idiotas como: "alugar uma arma" é no jogo você não compra e sim aluga armas.. qual é o soldado que aluga uma arma para ir para a guerra?? Pois é, por isso e outras coisas larguei de mão o jogo.
No NFSW eu só não concordo com uma coisa a principio que é o "Traffic Magnet" (ìma de tráfego) onde os carros da rua se jogam contra o primeiro colocado, tipo, qual ser humano vai querer jogar o próprio carro contra outro que está a mais de 180Km/h vindo em sua direção, só para que ele perca a corrida?
Com isso eu não concordo no jogo... outra coisa é o fato do jogo permitir corrida entre jogadores com carros muito diferentes em nivel de potência e velocidade, exemplo: como eu vou conseguir ganhar de uma Lamborguini (que só pode ser adquirida quando comprada com dinheiro real) com meu Nissan Eclipse (carro inicial que você pode escolher), é impossivel uma corrida justa com carros tão diferentes, mesmo assim o jogo deixa essas loucuras existirem.
Bom, é só uma questão de tempo até sair uma atualização que pode melhorar ou piorar de vez com o jogo, aí eu largo de vez, como fiz com o BFPlay4Free e vários outros jogos.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Fonte:

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Criando um controle remoto simples para projetos

Hoje venho mostrar como fazer um controle remoto simples para você acionar os dispositivos mais variados, o custo é baixo e com criatividade e um pouco de conhecimento em eletrônica você pode utilizar esse controle para acionar LEDs, lâmpadas, motores, criar seu próprio veículo remotamente operado, entre outras opções.

Primeira parte, montagem do Transmissor:
Itens necessários:
- 1 HT-12E (encoder);

- 1 resistor de 1MΩ 1/4W;
- 1 Transmissor Wirelles KST-TX01;
- 1 Interruptor liga/desliga;
- 4 botões de pressão (pode ser NF ou NA);
Opcionais:
- 1 DIP Switch;
- 1 capacitor eletrolítico 6.3V 2200uF;
- 1 LED verde 5mm;
- 1 resistor de 470Ω 1/4W;
A ligação:
A ligação dos componentes é mostrada no circuito a seguir:
 
O interruptor serve para ligar e desligar a transmissão, a antena para o transmissor e (receptor) pode ser de um clip de metal ou um pedaço de arame de mais ou menos 15cm.
Os pinos A0 até A7 são utilizados como "chave" pelo encoder para "criptografar" o sinal a fim de evitar interferências de outros transmissores, nesses pinos você pode colocar todos ligados ao GND ou o DIP Switch, assim você pode escolher a configuração de conectado ou não ao GND. Veja a imagem do meu transmissor:
 
Note que o DIP Switch possui apenas 4 interruptores mas já é o necessário, o LED e o resistor eu coloquei depois do interruptor, para saber quando o circuito está ligado, o capacitor está ligado depois do LED, e apenas garante um fornecimento de energia mais uniforme já que posso utilizar a mesma fonte de energia para vários controles ao mesmo tempo. 
Esses 4 botões de pressão são do tipo NA (Normalmente Aberto), significa que quando pressionar ele fecha o circuito enviando um sinal LOW para o receptor, se você deseja que ele envie um sinal HIGH para acionar o circuito ele deve ser NF (Normalmente Fechado), assim as saídas do receptor estarão sempre com um sinal LOW e quando o botão é pressionado ela libera um sinal HIGH.
Para a alimentação do controle estou utilizando uma bateria de 4,8V, mas você pode adicionar um circuito regulador de voltagem LM7805 e alimentar o transmissor com uma bateria de 9V.

Segunda Parte, montagem do receptor: 
Itens necessários:
- 1 HT-12D (decoder);
- 1 resistor de 47KΩ 1/4W;
- 1 resistor de 470Ω 1/4W;
- 1 LED azul ou vermelho 5mm;
- 1 Receptor Wirelles MRF00040;
Opcionais:
- 1 DIP Switch;
- 1 capacitor eletrolítico 6.3V 1000uF;
A ligação:
 
O LED colorido (vermelho ou verde) serve para indicar a comunicação entre transmissor e receptor, quando ambos estão conseguindo se comunicar o LED está ligado, quando há transmissão de dados (algum botão foi pressionado no transmissor) o LED pisca. 
Da mesma forma que no transmissor o DIP Switch é colocado nos pinos de A0 até A7 (opcionalmente, podem todos ou apenas os desejados estarem ligados ao GND), e para haver comunicação entre transmissor e receptor, a configuração do DIP switch deve ser a mesma em ambos. No esquema onde existem 4 resistores de 470Ω juntos com os LEDs verdes, você substitui pelo circuito que deseja acionar, no meu caso coloquei pinos macho que posso conectar à uma pequena placa com um microcontrolador pré programado onde posso acionar um servo, um motor ou qualquer coisa.
Veja uma foto do meu receptor:
 
Estes pinos eu coloco eles conectados nessa placa: 
 
Que nada mais é do que um Atmega328 com uma programação que lê os valores de input e com base neles faz uma determinada ação, como por exemplo acionar motores pequenos com esse circuito:
 
Todos são circuitos simples de montar, basta saber um pouco de eletrônica, ou então pesquisar (Google está aí para isso). Segue uma foto com mais detalhes do DIP Switch:
 
Repare que como a configuração é a mesma (pinos 1 e 2 desligados, pinos 3 e 4 ligados) o LED azul do receptor está ligado indicando que os módulos estão conseguindo se comunicar normalmente. 
Montei esse sistema de controle remoto para poder acionar alguns projetos com um Kit Modelix entre outros.
Por hoje é isso, um abraço e até a próxima.


# ATUALIZAÇÃO - 26/11/2015 #
Não deixe de conferir o novo controle remoto que montei para meus projetos, com alcance de 1Km e visor LCD! Clique aqui.

# ATUALIZAÇÃO 2 - 27/11/2016 #
Criei a segunda versão desse controle e disponibilizei o desenho das ligações para criar o seu. Confira aqui! 

 

sábado, 10 de dezembro de 2011

A relação entre Soldados e Robôs

Pode não parecer, mas enquanto você está aí sentado em frente ao PC, nesse exato momento ao redor do mundo em regiões de conflito estão sendo utilizados robôs na linha de frente a fim de proteger a vida de soldados humanos. Muitos desses soldados passam muitas horas do dia ao lado de um companheiro de combate cibernético e, por incrivel que parece, acabam desenvolvendo uma espécie de sentimento por estas maravilhas da engenharia máquinas, é claro que se alguém quiser destruir minhas criações eu vou revidar, também pudera, horas de trabalho e bastante dinheiro envolvido, mas no caso dos soldados isso vai além.
O General James Mattis (foto) estava passando por um campo de fuzileiros navais no Iraque quando notou um destacamento de 6 homens em meio a uma cerimônia fúnebre. Chegando perto descobriu que estavam enterrando com honras militares um robô usado para desarmar bombas, era a 5ª vez que ele havia sido ferido em combate, mas dessa vez não foi possível consertá-lo. Os homens, tantas vezes salvos por aquela máquina acharam justo enterrá-lo ao invés de jogar no lixo, como um equipamento quebrado. 
Em 2009 os EUA tinham mais de 5.300 veículos aéreos não tripulados e mais de 12.000 robôs de solo no Iraque, entre unidades de patrulha, esquadrões de bomba, drones de reconhecimento e de ataque.
Como dito, eles já fazem parte do dia-a-dia dos soldados, mudaram radicalmente as táticas e as baixas, pois se é possível fazer o reconhecimento de uma casa usando um robô, não é necessário arriscar a vida de um fuzileiro.
Esses robôs foram criados com a função de se sacrificar para salvar vidas humanas e mesmo sem possuir um algoritmo de Inteligência Artificial em seu processador, ele segue a 1ª Lei da Robótica de Isaac Asimov: 
Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano seja ferido.
Não precisamos ser experts em Antropologia para saber que os serem humanos tendem a antropomorfizar tudo, seja imaginando que seres alienigenas também se dividem em sexo masculino e feminino, ou como as pessoas dão nomes à coisas inanimadas, exemplo simples, veja como adoramos dar nomes à espadas: Excalibur, Anduril, Agulha, Ferroada, ou até BMF, o sabre de luz de Mace Windu de Star Wars. Quem possui animais de estimação sabe o que é isso (quem nunca chamou seu gato ou cachorro de "filhinho"?).
Há vários robôs feridos em combate agraciados com Corações Púrpuras por suas unidades (não oficialmente, claro) e um dos casos mais sérios foi o de um soldado que correu mais de 50 metros sob fogo cerrado de metralhadoras para resgatar seu robô, que havia sido incapacitado por atiradores inimigos.
Se a tecnologia continuar evoluindo a tendência é robôs ultrapassarem o Vale da Estranheza e se tornarem mais e mais “humanos” a nossos olhos. Aí perderão de vez sua utilidade, pois dificilmente um comandante de pelotão mandaria para uma missão suicida uma criatura com a qual ele convive diariamente enfrentando a morte, robô ou não.

Fontes:
- Meio bit;
- Mechanical Engineering Magazine;
- James Mattis;

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Bluetooth

Bom, hoje a postagem é para você conhecer um pouco mais a tecnologia bluetooth, uma tecnologia cada vez mais comum em nosso dia-a-dia. 
Primeiro, vamos a origem do nome:
Harald "Bluetooth" Gormsson (ou Haraldr blátǫnn Gormsson em língua Nórdica Antiga, falada até por volta do ano 1300 D.C) era um monarca Viking, que no século X unificou a Dinamarca e a Noruega, o rei era apaixonado por uma fruta chamada mirtilo (blueberry), fruta azulada e muito comum em regiões frias e por comer tanto essa fruta seus dentes ficavam freqüentemente azulados.
O nome de Bluetooth é sinônimo de unificação nos países Nórdicos da Europa, como a precursora no desenvolvimento desta tecnologia foi a empresa Sueca Ericsson, a empresa resolveu homenagear o lendário Rei Viking Harald Bluetooth.
A tecnologia Bluetooth começou em um projeto da Ericsson, em 1994, com o objetivo de desenvolver um novo jeito para que seus telefones celulares se comunicassem sem fio com outros acessórios, como um headset.
Partindo destas pesquisas iniciais da Ericsson, em 1998 uniram-se a ela as empresas: Nokia, IBM, Intel e Toshiba, formando o consórcio denominado Bluetooth SIG (Special Interest Group) com o objetivo de expandir o conceito de Bluetooth e estabelecê-lo como um novo padrão industrial. 
O logotipo do Bluetooth é a união das runas nórdicas (Hagall) e (Berkanan) correspondentes às letras H e B no alfabeto latino.
A Tecnologia:
O Bluetooth é um padrão de comunicação entre dispositivos de diferentes tipos a curta distância, de baixo consumo de energia (2,5 mW para conexões até 10 metros) que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia.
Os dispositivos Bluetooth são divididos em três categorias de potência e alcance, como mostrado na tabela a seguir:
Classe
Potência
Alcance
1
100 mW
100m
2
2,5 mW
10m
3
1 mW
1m
Isso significa que um dispositivo classe 3 pode se comunicar com outro apenas se a distância for inferior a 1 metro, o que já é suficiente para fones de ouvido em celulares. Dispositivos de classes diferentes também podem se conectar sem problemas, basta respeitar o limite daquele que possui alcance menor.
Uma rede formada por dispositivos Bluetooth é chamada de piconet e é composta por um dispositivo central (master) e até 7 dispositivos subordinados (slaves), é possível adicionar até 255, mas você pode utilizar no máximo 7 de cada vez.
Um celular pode operar em modo master ou slave, master quando você utiliza um teclado Bluetooth para escrever nele ou um fone de ouvido para escutar música, e slave quando um computador o acessa. Já teclados e mouses são dispositivos que operam apenas em modo slave.
Por utilizar a faixa dos 2.4GHz que é a mesma das redes Wi-Fi, o Bluetooth utiliza 79 canais diferentes, onde cada um ocupa uma faixa de freqüência de 1MHz, além de alternar entre eles a uma velocidade de 1600 vezes por segundo usando uma seqüência semi-aleatória definida pelos dispositivos. Com isso, apresar de ainda existir interferência, ela é reduzida drasticamente permitindo redes Wi-Fi e transmissores Bluetooth operar no mesmo ambiente. 


Fontes:
- Viking Empires;
- Harald Bluettoth - enciclopédia católica;

sábado, 3 de dezembro de 2011

A história do Google

Navegando pela internet encontrei no blog do Google Discovery um post com um video sobre a história do Google, o video é pequeno, e vale a pena parar 3 minutos para assistir:
Você já parou para pensar como seria sua vida se o Google não existisse?? Hoje em dia "Googlar" já existe até em dicionário... e o Blogger? Pare um pouquinho para pensar o quanto você depende/usa o Google atualmente... Eu uso todos os dias algum recurso do Google, seja a ferramente de busca, o email, o blogger, o youtube... e por ai vai.
Ahh e falando em youtube, nos próximos dias estarei fazendo o primeiro video do robô e ai já envio para o youtube e coloco aqui no blog...
Um abraço e até a próxima.
Fonte:
- Google Discovery;

domingo, 27 de novembro de 2011

Mars Science Laboratory - Parte 2 - O robô

Dando continuidade aos posts sobre a missão MSL, agora é a vez do robô Curiosity.
O Rover possui 3m de comprimento, pesa 900Kg incluindo 80Kg de instrumentos cientificos. Como disse à BBC John Grotzinger, cientista do projeto, “Ele é do tamanho de um Mini Cooper com uma base de Humvee”.
O robô possui:
- Corpo: uma estrutura que proteje os "orgãos vitais" do rover e mantém a temperatura controlada. Como a estrutura de um carro, o corpo do robô é resistente onde a camada mais externa é a que proteje o computador e os eletrônicos do rover. 
- Rodas e "pernas": para a mobilidade, o rover possui 6 rodas, cada uma com seu próprio motor individual. As duas rodas da frente e as duas rodas de trás também possuem motores individuais de direção o que o permite girar 360º sem sair do lugar, passar por cima de obstáculos de até 65cm e pode se locomover a uma velocidade de 4cm por segundo em terreno plano (0,14Km/h - é não é uma ferrari...).
 
- Cérebros: O computador do Rover (o "cérebro dele") está dentro de um módulo chamado de "The Rover Compute Element" (RCE) dentro de seu corpo.
O computador é composto de equipamentos que se comparam a um laptop "top de linha", ele contém uma memória especial que tolera o ambiente de radiação extrema do espaço e possui sistema de proteção contra ciclos de "desligamento" assim os programas e dados permanecem e não são acidentalmente apagados quando o rover desliga durante a noite.
A memória inclui 256MB de DRAM e 2GB de memória flash, ambas com detecção e correção de erros, além de 256Kb de EEPROM. O rover também possui uma "Unidade Medidora Inercial" que provê informação de 3 eixos da posição, isso permite que o robô tenha movimentos precisos e assim estimar o ângulo máximo que o dispositivo pode se locomover sem "tombar" para os lados.
Atividades como tirar fotos, dirigir e operar os instrumentos serão feitos por comandos transmitidos pelo time de voo em uma sequência de comandos. O rover vai gerar uma engenharia constante, "telemetria de limpeza" e análise e relatórios de eventos periódicos que são armazenados para eventual transmissão uma vez que a equipe de vôo solicita as informações do rover.
Falei "cérebros" com "S" porque o robô possui dois computadores estando um normalmente adormecido, em caso de problemas com o computador principal o outro computador pode ser despertado para assumir o controle e continuar a missão.
- Controle de temperatura: Dissipadores internos, uma camada de isolamento e mais outros meios.
- "Cabeça e pescoço": um mastro de câmeras que dão ao robô uma visão em escala humana.
- Olhos e outros sensores: câmeras e instrumentos que dão ao rover informações sobre o ambiente. (em um próximo post falarei com mais detalhes sobre estes intrumentos).
- Energia: o rover irá carregar um sistema de energia por radioisótopos que gera eletricidde do calor gerado pelo decaimento radioativo do plutônio. Essa fonte de energia dá à missão uma operação de um tempo de vida igual à 1 ano Marciano (687 dias terrestres) ou mais, enquanto provê siginificativa mobilidade e flexibilidade de operação, maior capacidade de carga útil científica, e exploração de uma área muito maior de latitudes e altitudes do que era possível em missões anteriores à Marte.
- Comunicação: Nas "costas" do robô existem duas antenas, uma de baixo-ganho que envia e recebe informações em todas as direções (antena omni-direcional), transmitindo ondas de rádio em baixa frequência para a "Deep Space Network" (antenas na Terra). A outra antena, de alto-ganho pode enviar um bloco de informações em uma direção especifica e é "manobravel" assim a antena pode se mover diretamente para qualquer antena na Terra.
Por hoje é isso, um abraço e até a próxima.
Fonte:

Mars Science Laboratory - Parte 1 - O foguete

Inicio hoje uma série de posts sobre a Mars Science Laboratory, o envio do maior robô de exploração espacial já desenvolvido pela NASA, mas qual a finalidade dos posts? Bom, a maior parte das informações sobre o robô e sobre a missão estão em inglês, então irei reunir algumas fontes e informações e postar aqui os resumos em português para os leitores. Na postagem de hoje, um pouco sobre "o foguete".
 
A missão tem como objetivo investigar o solo de Marte a fim de descobrir de já ouve vida no planeta ou se a vida nele seria possível. O robô (falarei com mais detalhes dele em outro post) está a bordo do foguete Atlas V 541, este foguete é um veículo de lançamento de dois estágios e foi lançado do Complexo 41 da estação da Força Aérea de Cabo Canaveral na Flórida nessa Sexta-feira (26 de novembro de 2011) às 10:02 a.m. EST (Eastern Standard Time = UTC-5 horas).
Os principais elementos do foguete Atlas V-541 que serão utilizados na missão MSL são:
Estágio 1: Foguete Atlas V: Tanques de combustivel (querosene) e oxigênio líquido que alimentam um motor RD-180, fabricado pela Pratt & Whitney, para a subida, com potência suficiente para colocar a espaçonave na órbita da Terra:
 
Motor de Foguete de Estado Sólido: Utilizados para aumentar o impulso; 4 no total.
 
Estágio 2: Centauro: Possui o motor RL10A-4-2 fabricado pela Pratt & Whitney que queima Hidrogênio e Oxigênio líquido (combustivel e oxidante), e o "cérebro" do veículo; Dispara duas vezes, uma para inserir a espaçonave e o veículo na órbita baixa da Terra e então novamente para acelerar a espaçonave para fora da órbita da Terra colocando em direção a Marte.
Carenagem de Carga: Compostos finos ou cone de nariz para proteger a espaçonave durante a subida pela atmosfera terrestre.
Por enquanto é isso, aguarde os próximos "reports" da missão... Um abraço e até mais.
Fontes:
- MSL;
- Motor RD-180;
- Motor RL10;

sábado, 19 de novembro de 2011

Propaganda de Netbooks Asus com Ubuntu

Bom pessoal, navegando pela internet a procura de algumas informações sobre o Ubuntu, encontrei no youtube um video de uma propaganda da Asus dos seus netbooks com o Ubuntu como Sistema Operacional, veja só:
Para quem não sabe, o Ubuntu é um sistema operacional de código aberto, construído em volta do núcleo Linux, baseado no Debian, sendo o sistema de código aberto mais popular do mundo, ele é patrocinado pela Canonical Ltd e seu nome vem de uma antiga palavra africana que significa algo como "Humanidade para os outros" ou ainda "Sou o que sou pelo que nós somos". A distribuição Ubuntu traz o espírito desta palavra para o mundo do software livre.
Para quem quer experimentar o Ubuntu (ou migrar de vez e esquecer o Windows) pode acessar esse link: http://www.ubuntu-br.org/download e escolher a forma desejada para baixar.
Eu ainda quero migrar 100% para o Linux para trabalhar, e deixar o Windows apenas como "Sistema Operacional para jogos" =] Bom pessoal, por hoje é só, até a próxima.
- Fontes:
- Ubuntu Brasil;
- Ubuntu Dicas;
- Ubuntu na Wikipedia;

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Lego Star Wars Clone Trooper Battle Pack

Já faz 2 semanas que o "brinquedo" chegou, mas só agora consegui tempo para postar. Aqueles que me conhecem bem, sabem que eu gosto de Star Wars, não como um "doido fanático", mas gosto um pouco, então no fim do mês passado comprei no Mercado Livre um kit da Lego do Universo Expandido de Star Wars. 
O Clone Trooper Battle Pack é um kit que a Lego lançou esse ano e possui 4 minifiguras :
 
As 4 minifiguras são: 1 clone commander, 2 bomb squad clone troopers e 1 ARF clone trooper, além de um BARC speeder:
A montagem foi simples e rápida, levei uns 40 minutos para montar tudo (minifiguras e BARC Speeder), o grande problema é o preço dos Legos no Brasil, na loja online da Lego esse kit custa menos de $12 o que sairia por uns R$20,00 mais ou menos, o problema é os malditos impostos, no Mercado Livre encontrei o menor valor, paguei quase R$55,00 mais o frete, mesmo assim saiu mais barato que comprar em lojas na cidade (se é que tem alguma coisa dessas por aqui).
Acho que ainda vou comprar o kit da batalha de Naboo (http://shop.lego.com/en-US/The-Battle-of-Naboo-7929), a batalha ocorre no 1º filme da Saga, A Amaeaça Fantasma, mas esse kit deve ser muito mais caro (no site da Lego custa menos de $25,00).
Bom pessoal, por enquanto é isso, até a próxima.
Fontes:

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

CPU do robô

Bom, hoje venho postar a primeira imagem da CPU do robô, acho que foi uma das partes que mais deu trabalho até o momento, quase 2 dias trabalhando nisso, mas valeu a pena, veja só:
Na parte superior há o microcontrolador, ele é o verdadeiro "cérebro" do robô, os 4 pinos-fêmea na frente dos capacitores cerâmicos são responsáveis pela comunicação com o rádio transmissor/receptor. A placa possui também 5 saídas no padrão Futaba para conectar servos e outros sistemas, além de 2 transistores TIP41C onde cada um controla uma saída através de sinal analógico (PWM) ou sinal digital (High e Low). Aqui outra foto:
Os 4 capacitores eletrolíticos (6.3V 1000uF) estão todos em paralelo armazenando um total de 4000uF de carga que pode ser descarregada a qualquer momento em qualquer uma das 5 saídas padrão Futaba, das 2 saídas analógicas/digitais ou as próprias saídas do microcontrolador.
Por enquanto é isso pessoal, até a próxima.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ponte-H do robô

Hoje venho postar sobre a ponte-H do robô, ela é responsavel por receber os sinais vindos do microcontrolador e aumentar a intensidade a ponto de conseguir acionar os motores. Ela trabalha tanto com sinais PWM como com sinais digitais (High e Low).
A seguir uma imagem da parte superior:
O dissipador eu utilizei o de uma ponte-norte de uma placa-mãe, só tive o problema dele ser maior do que o espaço que eu tinha disponível para a instalação sobre o CI (L293B), então, o jeito foi cortar, coloquei a ponta de corte na Dremel, abri a torneira para ficar caindo agua sobre o dissipador e cortei ele assim mesmo, usando a água como lubrificante de corte. Problema resolvido, coloquei pasta térmica e fixei ele sobre o CI com aquele fio de cabo de rede verde =]
Entre o dissipador e os capacitores há os 4 terminais de entrada de sinais (digitais ou analógicos), aliás os capacitores eram da mesma placa-mãe que veio o dissipador, eles ficavam na parte de alimentação do processador, são de 6.3V e 2200uF, ou seja, a ponte-h possui armazenado 4400uF de energia que pode ser liberada instantaneamente quando os motores são acionados. Agora uma visão lateral:
Nessa foto é possivel ver as saídas do motores (pinos à esquerda), bem como a entrada de energia do CI, através desses dois terminais eu posso desligar a ponte-H cortando o giro dos motores instantâneamente, também é possivel ver o CI sobre o soquete. O próximo passo é colocar um sensor de temperatura no dissipador, para que o robô possa monitorar a própria temperatura e, quando necessário for, acionar um sistema de arrefecimento forçado e desligar os motores durante um tempo.
Mas isso fica para a "versão 2" que vai ser em um chassi maior e as baterias serão de íon de litio e devem dar uma aotonomia maior na "criança".
Bom, por hoje é isso, um abraço e até a próxima.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Robô - Módulo transmissor

Estamos encerrando mais um ano e junto muitas novidades, incluindo parcerias com empresas (mais adiante falo sobre isso), mas o foco da postagem de hoje é para mostrar o módulo de comunicação USB que montei para controlar o robô pelo PC, a seguir as imagens (sim, a máquina fotográfica voltou do concerto..):
O módulo possui um conversor USB/TTL que está ligado ao cabo USB, as saídas do conversor estão conctadas aos LEDs de status, onde:
 
- LED Azul piscando: Módulo transmitindo informações ao robô;
- LED Vermelho piscando: Módulo recebendo informações do robô;
- LED Verde ligado: conversor conectado na porta USB;
Depois do sistema de LEDs para indicação do status do dispositivo, vem o módulo transmissor, nesse caso um transmisor de 1000m de alcance o que é mais do que o suficiente no momento.
Quanto à parte de fotos do circuito de dentro da "caixa preta", bom, ai já é segredo =].. 
Vou ver se nesse final de semana consigo fazer um vídeo do robô sendo controlado pelo PC, mas o robô ainda não está pronto, preciso modificar a CPU dele e as portas de comunicação para ficar mais fácil adicionar ou expandir o projeto.
Abraço, até a próxima.

domingo, 30 de outubro de 2011

Criando um instalador com o NSIS

Hoje venho mostrar como criar um arquivo instalador utilizando o NSIS, você cria um programa, ou uma coleção de arquivos que deseja distribuir, mas não sabe como criar um instalador (um "Setup de Instalação") com o NSIS essa tarefa é fácil de ser feita. 
Primeiramente o que é o NSIS: NSIS é a sigla para Nullsoft Scriptable Install System - em tradução livre é: Sistema Instalador baseado em Script da Nullsoft, ele é um sistema profissional Open Source para criar instaladores para ambiente Windows. 
Adquirindo o NSIS: Primeiro vamos baixar o programa, temos 2 versões: a "normal" para instalar no computador, e a versão "portable".
Para baixar a versão normal acesse o endereço: nsis.sourceforge.net/Download e clique em "Download" como mostrado na imagem a seguir:
Para fazer o download da versão portable para instalar no seu pendrive (e levar a qualquer lugar) acesse o link: portableapps.com/apps/development/nsis_portable e faça o download. A instalação é muito simples e não possui nenhuma configuração, você só escolhe o local da mesma.
A tela do Programa: Talvez esse seja o ponto que assusta o pessoal, pois a tela do programa é muito simples, veja só:
Logo a baixo de "Compiler" você tem as 2 opções de criação, uma baseada em um script e outra baseada em um arquivo compactado, nesse material vou mostrar como criar o instalador com base no arquivo zip.
Preparando o terreno: A primeira coisa que você deve fazer é organizar a estrutura das pastas e arquivos necessários ao funcionamento do aplicativo que você deseja instalar, como exemplo vou criar um instalador de um programa que criei para um salão de beleza. Veja a estrutura da pasta:
 Depois de organizado tudo no lugar, peguei a pasta principal (a pasta que possui os arquivos mostrados logo a cima) e com o Peazip compactei ela no nível máximo de compressão (ultra) reduzindo de 27,3MB para 11,7MB o arquivo final.
Configurando o programa: Antes de iniciar o passo-a-passo devemos mudar duas coisas no programa, a primeira é mudar o idioma do Setup de instalação para Português, como você pode fazer um programa em português e deixar o instalador em inglês, para isso, abra o arquivo "Modern.nsh" que está localizado em NSIS\Contrib\zip2exe e procure pela linha !insertmacro MUI_LANGUAGE "English", abra no notepad++ o arquivo, pois ele suporta a linguagem e vai diferenciar as cores, o arquivo é pequeno, então é fácil localizar essa linha. 
Onde está escrito "English" apenas troque para "Portuguese", seu arquivo vai ficar como mostrado a seguir:
 Salve o arquivo e feche-o.
Agora vamos mudar o ícone do instalador (não é obrigatório, mas deixa "mais profissional"), para isso navegue até a pasta Contrib\Graphics\Icons e cole seu arquivo de ícone (.ico).
Depois abra com o notepad++ o arquivo "system.nsh" que está localizado na pasta: NSIS\Contrib\Modern UI, e procure pela linha: !insertmacro MUI_DEFAULT MUI_ICON "${NSISDIR}\Contrib\Graphics\Icons\modern-install.ico" e mude a última parte da frase para o nome do seu icone (aquele que você colou na pasta "icons" anteriormente). 
Criando o instalador: Com tudo configurado e preparado é hora de colocar em prática a criação do instalador propriamente dito. Para isso no programa clique na segunda opção "Installer based on ZIP file". A seguinte tela vai abrir:

Na opção "Open..." localize o arquivo zip, quando terminar a leitura do arquivo compactado os dados serão preenchidos na tela, basta você selecionar o local onde será instalado o programa, para isso selecione na opção "Default Folder", veja as opções disponíveis:
 Como preciso que este programa seja instalado na unidade C: então basta digitar "C:\" e clicar em "Generate" e aguardar. No meu caso o instalador criado tem apenas 5,09MB que, quando descompactado, irá dar origem a pasta com 27,3MB.
Pronto!
Por hoje é isso, um abraço e até a próxima.
Fonte:
- NSIS Wiki;

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Término de um robô e integração com o software de controle

Não tenho muito tempo ultimamente para aparecer por aqui, e também estou sem fotos no momento porque minha máquina fotográfica deu problema, mas os projetos continuam.
Semana passada terminei a montagem de um robô e fiz a integração dele com o software de controle, por enquanto as únicas funções do software que foram implementadas é o sistema de locomoção e o sistema de iluminação (que ainda preciso melhorar).
Tive que fazer várias modificações no sistema de locomoção para resolver alguns problemas, um deles foi a adição de pasta térmica e de um dissipador sobre o CI da Ponte-H que estava aquecendo demais, aliás o dissipador veio de um chipset (da ponte norte) de uma placa-mãe que eu tinha aqui por casa.
Durante essa semana quero fazer a fixação do módulo wireless no robô e montar um sistema mais fixo para conectar nos PCs para controlar o robô, além disso tenho que preparar um instalador para o executavel final que aliás está funcionando bem tanto no Windows 7 como no Windows XP.
Por hoje é isso pessoal, abraço e até a próxima.

domingo, 2 de outubro de 2011

Sistema de controle de coolers e LED - parte 3

Depois de um bom tempo estou de volta para falar do sistema de controle do PC (coolers e LEDs), lembra??? Pois é, hoje efetuei os primeiros testes com o sistema dentro do gabinete, ainda não fiz a instalação do acrílico mas já cortei uma parte da lateral para a instalação da grelha e do cooler responsável por jogar ar diretamente sobre o processador.
O sistema de LEDs está funcionando com apenas 3 ao invéz dos 6 que desejava, pois 3 funcionam em uma forma totalmente diferente (mas visualmente ele é igual), acho que não vou conseguir trocar na eletrônica mesmo levando a nota fiscal, só que teria que levar o sistema completo para testar antes de comprar os outros 3 novos (já que custa R$ 5,00 cada um). 
Fora esse problema com apenas 1 cooler na lateral consegui os primeiros resultados de temperatura, ainda não instalei os outros, pois não tive tempo para cortar os fios e adicionar um cabo maior em cada um, as leituras de temperatura não foram melhores, pois o cooler está com bastante pó e sujeira, assim como uma boa parte do gabinete. Mas isso é por pouco tempo, vou comprar o alcool isopropilico e assim que tiver um tempo livre (uma tarde toda) vou desmontar todo o PC, limpar tudo e substituir a pasta térmica e se até lá eu já possuir a tinta em spray já aproveito para pintar todo o chassi do gabinete de branco ou prata (por fora ele vai continuar preto).
No momento do teste a temperatura aqui era de 23°C, e na imagem a seguir você pode conferir a temperatura do PC com o cooler desativado e sem nada de aplicativo aberto.
 
Legenda: 
A temperatura em preto é do HD;
A temperatura em azul é da placa de vídeo;
A temperatura em verde é do processador;
Depois abri o Steam e coloquei para rodar o Left 4 Dead (tudo em High) e as temperaturas foram para:
 
Acionei o cooler em velocidade máxima e o resultado mudou para:
 
E menos de 2 minutos após acionar o cooler e sair do jogo as temperaturas lidas foram:
 
Lembrando que o dissipador do cooler está com muita poeira e só tinha um cooler jogando ar para dentro da máquina, falta outro cooler na frente (também jogando ar para dentro do gabinete) e um na parte de trás jogando o ar para fora. Hoje é sem imagens porque estou sem a máquina fotográfica (deu problema e tive que mandar para São Paulo, já que ainda estava na garantia, 1 mês sem máquina agora..).
A próxima etapa é colocar o acrílico e adicionar os outros 3 LEDs e 2 coolers, fora isso, o casemod está completo. Claro que ainda tem a limpeza e pintura do gabinete, mas essa parte não é "obrigatória". :)
Também to pensando em substituir o dissipador do processador por um mais eficiente, pois no verão o calor é terrivel aqui na cidade (ano passado eu estava jogando Killing Floor e o PC reiniciava), assim já me preparo para passar a madrugada jogando e tomando refrigerante :).
Por hoje é isso, até a próxima.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Do Rio Grande do Sul para o Mundo

Nessa rápida postagem de hoje venho só falar de uma coisa que descobri, conferindo as atualizações do meu Google Reader, vi uma notícia que me chamou a atenção, a região Sul do Brasil estava já com algumas imagens disponiveis, corri para o Streetview e procurei Santa Maria e para mimnha surpresa estamos lá!!!
Eu achei que tão cedo o Bairro Camobi não ia para o StreetView, mas errei... não vou colocar a foto de onde moro porque é segredo.... mentira é porque o carro não passou na frente de casa mesmo, mas no lugar vou colocar a foto de onde tenho que pegar ônibus para viajar até o centro da cidade (20 minutos é uma viagem longa quando você vai de pé :)
Para conferir direto no StreetView clique na imagem. Pelo que parece essa foto foi tirada bem cedo, pela parte da manhã, o carro passou pela cidade lá por Abril desse ano, então essa foto deve ter sido tirada no máximo lá pelas 9:00hs da manhã.
Até a próxima pessoal.
Fonte:
- Google Discovery;