terça-feira, 27 de dezembro de 2011

As baterias Li-Ion

Bom, a postagem de hoje é para tentar acabar com um grande mito que envolve as baterias atuais e também para encerrar o ano, a final de contas fim de semana chegando e ano novo junto com ele.. Atualmente todo aparelho eletrônico que possua bateria para seu funcionamento apresenta uma bateria de Íon de Lítio (Li-Ion), seja ele um celular, um notebook, um netbook, Mp4, Mp5, etc. Mas nem sempre foi assim.
Os primeiros celulares utilizavam baterias Ni-Cad ou Ni-MH, mas foram logo substituídas pelas baterias Li-Ion, que são mais leves e oferecem uma densidade energética muito maior. Grande parte disso se deve ao fato do Lítio ser o metal mais leve da tabela periódica (número atômico 3), aliás ele não é apenas o metal mais leve, mas também é duas vezes mais leve que a água (aposto que isso você não sabia!).
Ao contrário das antigas baterias Ni-Cad, as baterias Li-Ion não possuem efeito memória, de forma que não existe necessidade de descarregar a bateria completamente antes de carregar, ou de deixar o aparelho carregando durante 24 horas nas primeiras recargas.
O grande problema das baterias Li-Ion é que elas “envelhecem” com o passar do tempo e de acordo com o número de recargas. As primeiras baterias duravam apenas 3 anos (sendo ela utilizada ou não) e suportavam apenas 300 ciclos de recarga, de forma que uma bateria muito exigida chegava a durar apenas alguns meses.
A durabilidade das baterias aumentou devido às melhorias nas ligas e processos de fabricação, sendo comum que uma bateria Li-Ion atual, conservada adequadamente, dure 4 ou 5 anos e suporte 500 ciclos de recargas ou mais.
 
Quando estão fora de uso, as baterias Li-Ion se deterioram mais rapidamente quando estão completamente carregadas ou quando descarregadas, devido a isso o ideal é deixar a bateria com 40 a 50% de carga quando for deixá-la sem uso (é por isso que a bateria dos notebooks e celulares vem parcialmente carregadas de fábrica), além disso, o calor acelera o processo, de forma que deve-se evitar deixar o aparelho exposto ao sol ou em lugares abafados.
Descarregar a bateria completamente antes de carregar acaba servindo apenas para desperdiçar um ciclo de carga/descarga, resultando na verdade, em uma pequena redução na vida útil da bateria.
De tempos em tempos (uma vez por mês ou a cada 40 dias) é recomendável fazer uma descarga completa, de forma a calibrar as medições dos circuitos da bateria. Todas as baterias Li-Ion usadas comercialmente possuem algum tipo de circuito inteligente, que monitora a carga da bateria. Ele interrompe o carregamento quando a bateria atinge a tensão limite, e interrompe o fornecimento quando a bateria está quase descarregada, a fim de evitar o esgotamento completo.
Conforme você carrega e descarrega a bateria, é normal que a medição do circuito fique descalibrada, fazendo com que o aparelho passe a acusar carga baixa antes do tempo, por isso, descarregar a bateria completamente e em seguida fazer uma carga completa, atualiza as medições, calibrando o medidor.
Se você deseja maximizar o tempo de utilização de uma bateria deve desabilitar todas as funções extras que seu aparelho possui, e que não são utilizadas com freqüência, exemplo:
 
Para maximizar a autonomia da bateria de um celular você deve diminuir o número de aplicativos abertos ao mesmo tempo, também deve desabilitar o Bluetooth, o Wi-Fi, o suporte a HSDPA e a iluminação da tela, e se o seu celular também possui, deve desabilitar o sensor 3D.
Com isso você conseguirá maximizar a autonomia de sua bateria, em caso de notebook ou netbook, você pode começar desativando a wireless quando tiver que utilizar o aparelho somente na bateria, e caso ele apresente, deve desativar o Bluetooth.
Em relação a notebooks e netbook, nunca utilize o aparelho conectado na tomada e sem a bateria, a bateria foi feita para ficar sempre no aparelho, e em caso de queda de energia é ela que fornecerá a alimentação ininterrupta ao dispositivo.
Como vimos, bateria “viciada” (com efeito memória) não existe mais, é mito, o que ocorre é que pessoas menos informadas continuam a passar esse mito adiante, e em caso de uma queda no fornecimento de energia o seu dispositivo vai desligar completamente e a cabeça de leitura/escrita do HD vai cair sobre a superfície do disco causando danos que podem levar a perda total do disco rígido (bad block).
E então, você prefere seguir com o mito adiante e arriscar perder a bateria do seu dispositivo (ou o HD de seu notebook) ao invéz de mudar alguns hábitos que podem fazer seus dispositivos durarem mais??
Um abraço a todos e Feliz Ano Novo.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Need for Speed World

Ano quase acabando e mesmo assim eu apareço por aqui, pois é, o blog não pode parar.. hoje venho postar algumas screens do jogo Need for Speed World. 
Need for Speed World é o jogo de corrida on-line gratuito no qual você decide como jogar em um mundo multiplayer, as cidades de Rockport (NFS Most Wanted) e Palmont City (NFS Carbon) foram juntadas para que os gamers possam correr em uma área ampla, esse é o mapa de NFS World. 
Para o Natal, o jogo foi atualizado, então há várias decorações natalinas pelo mapa, incluindo uma parte que era um campo de golfe e quando você entra nele há neve e música natalina.
Vamos às screens (clique para ampliar):
 
 
 
Esse é o jogo que venho dedicando mais tempo ultimamente, eu também jogava o Battlefield Play4Free mas o jogo tá uma droga ultimamente e "larguei de mão", coisas idiotas como: "alugar uma arma" é no jogo você não compra e sim aluga armas.. qual é o soldado que aluga uma arma para ir para a guerra?? Pois é, por isso e outras coisas larguei de mão o jogo.
No NFSW eu só não concordo com uma coisa a principio que é o "Traffic Magnet" (ìma de tráfego) onde os carros da rua se jogam contra o primeiro colocado, tipo, qual ser humano vai querer jogar o próprio carro contra outro que está a mais de 180Km/h vindo em sua direção, só para que ele perca a corrida?
Com isso eu não concordo no jogo... outra coisa é o fato do jogo permitir corrida entre jogadores com carros muito diferentes em nivel de potência e velocidade, exemplo: como eu vou conseguir ganhar de uma Lamborguini (que só pode ser adquirida quando comprada com dinheiro real) com meu Nissan Eclipse (carro inicial que você pode escolher), é impossivel uma corrida justa com carros tão diferentes, mesmo assim o jogo deixa essas loucuras existirem.
Bom, é só uma questão de tempo até sair uma atualização que pode melhorar ou piorar de vez com o jogo, aí eu largo de vez, como fiz com o BFPlay4Free e vários outros jogos.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Fonte:

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Criando um controle remoto simples para projetos

Hoje venho mostrar como fazer um controle remoto simples para você acionar os dispositivos mais variados, o custo é baixo e com criatividade e um pouco de conhecimento em eletrônica você pode utilizar esse controle para acionar LEDs, lâmpadas, motores, criar seu próprio veículo remotamente operado, entre outras opções.

Primeira parte, montagem do Transmissor:
Itens necessários:
- 1 HT-12E (encoder);

- 1 resistor de 1MΩ 1/4W;
- 1 Transmissor Wirelles KST-TX01;
- 1 Interruptor liga/desliga;
- 4 botões de pressão (pode ser NF ou NA);
Opcionais:
- 1 DIP Switch;
- 1 capacitor eletrolítico 6.3V 2200uF;
- 1 LED verde 5mm;
- 1 resistor de 470Ω 1/4W;
A ligação:
A ligação dos componentes é mostrada no circuito a seguir:
 
O interruptor serve para ligar e desligar a transmissão, a antena para o transmissor e (receptor) pode ser de um clip de metal ou um pedaço de arame de mais ou menos 15cm.
Os pinos A0 até A7 são utilizados como "chave" pelo encoder para "criptografar" o sinal a fim de evitar interferências de outros transmissores, nesses pinos você pode colocar todos ligados ao GND ou o DIP Switch, assim você pode escolher a configuração de conectado ou não ao GND. Veja a imagem do meu transmissor:
 
Note que o DIP Switch possui apenas 4 interruptores mas já é o necessário, o LED e o resistor eu coloquei depois do interruptor, para saber quando o circuito está ligado, o capacitor está ligado depois do LED, e apenas garante um fornecimento de energia mais uniforme já que posso utilizar a mesma fonte de energia para vários controles ao mesmo tempo. 
Esses 4 botões de pressão são do tipo NA (Normalmente Aberto), significa que quando pressionar ele fecha o circuito enviando um sinal LOW para o receptor, se você deseja que ele envie um sinal HIGH para acionar o circuito ele deve ser NF (Normalmente Fechado), assim as saídas do receptor estarão sempre com um sinal LOW e quando o botão é pressionado ela libera um sinal HIGH.
Para a alimentação do controle estou utilizando uma bateria de 4,8V, mas você pode adicionar um circuito regulador de voltagem LM7805 e alimentar o transmissor com uma bateria de 9V.

Segunda Parte, montagem do receptor: 
Itens necessários:
- 1 HT-12D (decoder);
- 1 resistor de 47KΩ 1/4W;
- 1 resistor de 470Ω 1/4W;
- 1 LED azul ou vermelho 5mm;
- 1 Receptor Wirelles MRF00040;
Opcionais:
- 1 DIP Switch;
- 1 capacitor eletrolítico 6.3V 1000uF;
A ligação:
 
O LED colorido (vermelho ou verde) serve para indicar a comunicação entre transmissor e receptor, quando ambos estão conseguindo se comunicar o LED está ligado, quando há transmissão de dados (algum botão foi pressionado no transmissor) o LED pisca. 
Da mesma forma que no transmissor o DIP Switch é colocado nos pinos de A0 até A7 (opcionalmente, podem todos ou apenas os desejados estarem ligados ao GND), e para haver comunicação entre transmissor e receptor, a configuração do DIP switch deve ser a mesma em ambos. No esquema onde existem 4 resistores de 470Ω juntos com os LEDs verdes, você substitui pelo circuito que deseja acionar, no meu caso coloquei pinos macho que posso conectar à uma pequena placa com um microcontrolador pré programado onde posso acionar um servo, um motor ou qualquer coisa.
Veja uma foto do meu receptor:
 
Estes pinos eu coloco eles conectados nessa placa: 
 
Que nada mais é do que um Atmega328 com uma programação que lê os valores de input e com base neles faz uma determinada ação, como por exemplo acionar motores pequenos com esse circuito:
 
Todos são circuitos simples de montar, basta saber um pouco de eletrônica, ou então pesquisar (Google está aí para isso). Segue uma foto com mais detalhes do DIP Switch:
 
Repare que como a configuração é a mesma (pinos 1 e 2 desligados, pinos 3 e 4 ligados) o LED azul do receptor está ligado indicando que os módulos estão conseguindo se comunicar normalmente. 
Montei esse sistema de controle remoto para poder acionar alguns projetos com um Kit Modelix entre outros.
Por hoje é isso, um abraço e até a próxima.


# ATUALIZAÇÃO - 26/11/2015 #
Não deixe de conferir o novo controle remoto que montei para meus projetos, com alcance de 1Km e visor LCD! Clique aqui.

# ATUALIZAÇÃO 2 - 27/11/2016 #
Criei a segunda versão desse controle e disponibilizei o desenho das ligações para criar o seu. Confira aqui! 

 

sábado, 10 de dezembro de 2011

A relação entre Soldados e Robôs

Pode não parecer, mas enquanto você está aí sentado em frente ao PC, nesse exato momento ao redor do mundo em regiões de conflito estão sendo utilizados robôs na linha de frente a fim de proteger a vida de soldados humanos. Muitos desses soldados passam muitas horas do dia ao lado de um companheiro de combate cibernético e, por incrivel que parece, acabam desenvolvendo uma espécie de sentimento por estas maravilhas da engenharia máquinas, é claro que se alguém quiser destruir minhas criações eu vou revidar, também pudera, horas de trabalho e bastante dinheiro envolvido, mas no caso dos soldados isso vai além.
O General James Mattis (foto) estava passando por um campo de fuzileiros navais no Iraque quando notou um destacamento de 6 homens em meio a uma cerimônia fúnebre. Chegando perto descobriu que estavam enterrando com honras militares um robô usado para desarmar bombas, era a 5ª vez que ele havia sido ferido em combate, mas dessa vez não foi possível consertá-lo. Os homens, tantas vezes salvos por aquela máquina acharam justo enterrá-lo ao invés de jogar no lixo, como um equipamento quebrado. 
Em 2009 os EUA tinham mais de 5.300 veículos aéreos não tripulados e mais de 12.000 robôs de solo no Iraque, entre unidades de patrulha, esquadrões de bomba, drones de reconhecimento e de ataque.
Como dito, eles já fazem parte do dia-a-dia dos soldados, mudaram radicalmente as táticas e as baixas, pois se é possível fazer o reconhecimento de uma casa usando um robô, não é necessário arriscar a vida de um fuzileiro.
Esses robôs foram criados com a função de se sacrificar para salvar vidas humanas e mesmo sem possuir um algoritmo de Inteligência Artificial em seu processador, ele segue a 1ª Lei da Robótica de Isaac Asimov: 
Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano seja ferido.
Não precisamos ser experts em Antropologia para saber que os serem humanos tendem a antropomorfizar tudo, seja imaginando que seres alienigenas também se dividem em sexo masculino e feminino, ou como as pessoas dão nomes à coisas inanimadas, exemplo simples, veja como adoramos dar nomes à espadas: Excalibur, Anduril, Agulha, Ferroada, ou até BMF, o sabre de luz de Mace Windu de Star Wars. Quem possui animais de estimação sabe o que é isso (quem nunca chamou seu gato ou cachorro de "filhinho"?).
Há vários robôs feridos em combate agraciados com Corações Púrpuras por suas unidades (não oficialmente, claro) e um dos casos mais sérios foi o de um soldado que correu mais de 50 metros sob fogo cerrado de metralhadoras para resgatar seu robô, que havia sido incapacitado por atiradores inimigos.
Se a tecnologia continuar evoluindo a tendência é robôs ultrapassarem o Vale da Estranheza e se tornarem mais e mais “humanos” a nossos olhos. Aí perderão de vez sua utilidade, pois dificilmente um comandante de pelotão mandaria para uma missão suicida uma criatura com a qual ele convive diariamente enfrentando a morte, robô ou não.

Fontes:
- Meio bit;
- Mechanical Engineering Magazine;
- James Mattis;

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Bluetooth

Bom, hoje a postagem é para você conhecer um pouco mais a tecnologia bluetooth, uma tecnologia cada vez mais comum em nosso dia-a-dia. 
Primeiro, vamos a origem do nome:
Harald "Bluetooth" Gormsson (ou Haraldr blátǫnn Gormsson em língua Nórdica Antiga, falada até por volta do ano 1300 D.C) era um monarca Viking, que no século X unificou a Dinamarca e a Noruega, o rei era apaixonado por uma fruta chamada mirtilo (blueberry), fruta azulada e muito comum em regiões frias e por comer tanto essa fruta seus dentes ficavam freqüentemente azulados.
O nome de Bluetooth é sinônimo de unificação nos países Nórdicos da Europa, como a precursora no desenvolvimento desta tecnologia foi a empresa Sueca Ericsson, a empresa resolveu homenagear o lendário Rei Viking Harald Bluetooth.
A tecnologia Bluetooth começou em um projeto da Ericsson, em 1994, com o objetivo de desenvolver um novo jeito para que seus telefones celulares se comunicassem sem fio com outros acessórios, como um headset.
Partindo destas pesquisas iniciais da Ericsson, em 1998 uniram-se a ela as empresas: Nokia, IBM, Intel e Toshiba, formando o consórcio denominado Bluetooth SIG (Special Interest Group) com o objetivo de expandir o conceito de Bluetooth e estabelecê-lo como um novo padrão industrial. 
O logotipo do Bluetooth é a união das runas nórdicas (Hagall) e (Berkanan) correspondentes às letras H e B no alfabeto latino.
A Tecnologia:
O Bluetooth é um padrão de comunicação entre dispositivos de diferentes tipos a curta distância, de baixo consumo de energia (2,5 mW para conexões até 10 metros) que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia.
Os dispositivos Bluetooth são divididos em três categorias de potência e alcance, como mostrado na tabela a seguir:
Classe
Potência
Alcance
1
100 mW
100m
2
2,5 mW
10m
3
1 mW
1m
Isso significa que um dispositivo classe 3 pode se comunicar com outro apenas se a distância for inferior a 1 metro, o que já é suficiente para fones de ouvido em celulares. Dispositivos de classes diferentes também podem se conectar sem problemas, basta respeitar o limite daquele que possui alcance menor.
Uma rede formada por dispositivos Bluetooth é chamada de piconet e é composta por um dispositivo central (master) e até 7 dispositivos subordinados (slaves), é possível adicionar até 255, mas você pode utilizar no máximo 7 de cada vez.
Um celular pode operar em modo master ou slave, master quando você utiliza um teclado Bluetooth para escrever nele ou um fone de ouvido para escutar música, e slave quando um computador o acessa. Já teclados e mouses são dispositivos que operam apenas em modo slave.
Por utilizar a faixa dos 2.4GHz que é a mesma das redes Wi-Fi, o Bluetooth utiliza 79 canais diferentes, onde cada um ocupa uma faixa de freqüência de 1MHz, além de alternar entre eles a uma velocidade de 1600 vezes por segundo usando uma seqüência semi-aleatória definida pelos dispositivos. Com isso, apresar de ainda existir interferência, ela é reduzida drasticamente permitindo redes Wi-Fi e transmissores Bluetooth operar no mesmo ambiente. 


Fontes:
- Viking Empires;
- Harald Bluettoth - enciclopédia católica;

sábado, 3 de dezembro de 2011

A história do Google

Navegando pela internet encontrei no blog do Google Discovery um post com um video sobre a história do Google, o video é pequeno, e vale a pena parar 3 minutos para assistir:
Você já parou para pensar como seria sua vida se o Google não existisse?? Hoje em dia "Googlar" já existe até em dicionário... e o Blogger? Pare um pouquinho para pensar o quanto você depende/usa o Google atualmente... Eu uso todos os dias algum recurso do Google, seja a ferramente de busca, o email, o blogger, o youtube... e por ai vai.
Ahh e falando em youtube, nos próximos dias estarei fazendo o primeiro video do robô e ai já envio para o youtube e coloco aqui no blog...
Um abraço e até a próxima.
Fonte:
- Google Discovery;